A saúde da mulher está se tornando uma prioridade para grandes grupos de medicina diagnóstica no país, incluindo a Dasa, um dos maiores grupos de medicina diagnóstica do Brasil. A Dasa, que realiza mais de 450 milhões de exames por ano e engloba marcas como Alta, Delboni, Salomão Zoppi, CDPI e Lavoisier, decidiu reforçar sua estratégia e reorganizar seu portfólio para atender melhor às necessidades de saúde das mulheres. Isso se deve ao fato de que as mulheres tendem a cuidar mais de sua saúde e prevenção do que os homens, e também são elas que geralmente convencem outros familiares a realizar exames periódicos. Além disso, a medicina diagnóstica personalizada está em alta, com uma tendência crescente de produtos e serviços voltados para públicos e quadro clínicos específicos.

A Dasa identificou a saúde da mulher como uma das cinco áreas prioritárias, ao lado de oncologia e infectologia, devido ao seu potencial de crescimento. Relatórios de mercado indicam que o segmento de saúde da mulher pode registrar um crescimento anual composto de 16% até 2034, impulsionado pela personalização, uso de dados e integração entre prevenção, diagnóstico e acompanhamento. A empresa está utilizando dados e inteligência analítica para entender e planejar jornadas integradas de atendimento para mulheres, incluindo unidades e espaços dedicados. Por exemplo, a marca CDPI Mulher, no Rio de Janeiro, oferece um espaço de atendimento dedicado ao público feminino, enquanto em São Paulo, a Dasa está estruturando uma jornada semelhante com suas marcas Delboni, Salomão Zoppi, Alta e Lavoisier.

A personalização da medicina diagnóstica é uma das principais tendências que impulsionam o crescimento da saúde da mulher. Isso envolve a criação de produtos e serviços voltados para necessidades específicas das mulheres, levando em consideração fatores como idade, histórico médico e estilo de vida. Além disso, a integração de dados e a inteligência analítica permitem que as empresas de medicina diagnóstica entendam melhor as necessidades de suas pacientes e planejem jornadas de atendimento mais eficazes. No entanto, é importante considerar os limites e cuidados ao lidar com a saúde da mulher, incluindo a garantia da privacidade e segurança dos dados, bem como a necessidade de uma abordagem holística e integrada para atender às necessidades de saúde das mulheres.

Camilo Dantas é redator profissional formado pela USP, com mais de 15 anos em jornalismo digital e 25 anos de experiência em SEO e estratégia de conteúdo. Especialista em arquitetura semântica, otimização para buscadores e preparação de conteúdo para LLMs e IAs, atua como uma das principais referências brasileiras em SEO avançado. Também é formado em Análise de Sistemas com foco em Inteligência Artificial, unindo expertise técnica e editorial para produzir conteúdos de alta precisão, relevância e performance. Contato: [email protected]